Inovação Disruptiva em RH – Recrutamento

“Contratar pessoas é de longe a coisa mais importante que as organizações fazem.”

Essa afirmação, amparada, entre outros, pelo fato de que uma contratação mal feita requererá esforço e investimento enormes para ser corrigida, consta do excelente relatório “HR Technology Disruptions 2018”, da Bersin / Deloitte.

Ele é um documento amplo e detalhado sobre o espectro de mudanças e inovações disruptivas esperadas para o próximo ano, nas diversas atribuições do RH.

O mesmo relatório propõe algumas perguntas para os gestores, no tocante ao processo de recrutamento, que servem de ótima autoavaliação:

  • Como a empresa pode criar uma marca corporativa “estelar”, atrativa e autêntica?
  • Como desenvolver descrições de trabalho que sejam significativas, fáceis de achar e sem distorções?
  • Como avaliar as pessoas de forma justa, sem discriminação ou distorção, e trazer os gerentes contratantes ao processo mesmo que eles não sejam especialistas?
  • Como e quando nós devemos conduzir o processo diretamente ou delegar diferentes partes do mesmo?
  • Como podemos alavancar redes de talentos tais como LinkedIn, Glassdoor e GitHubpara aumentar nossa eficiência na contratação?
  • Quando e como devo contratar temporários, freelancersgig workers“, ao invés de colaboradores de tempo integral?
  • Como nós efetivamente avaliamos as pessoas usando as mais modernas técnicas de big data, ciência de dados e psicologia?
  • Como fazemos tudo isso acontecer rápido e a um custo mínimo de modo que não venhamos a perder os melhores candidatos?
  • Como garantir que estamos contratando pessoas da mais alta qualidade sem desperdiçar o tempo dos nossos gerentes contratantes?

O simples conjunto de indagações já demonstra a complexidade do desafio. De qualquer modo, o mesmo relatório aponta que a área de Recursos Humanos está finalmente assumindo um papel protagonista e inovador, atuando na criação de novos caminhos e processos.

Será que os profissionais da área concordam?